Como as diferentes versões do Chrome continuam funcionando sem problemas

Blog oficial do navegador relata detalhes sobre o conceito de ClusterFuzz.

Você já parou para pensar como deve ser difícil fazer com que todas as versões do Google Chrome funcionem perfeitamente, se os dados e códigos de atualização estão sempre em transição? O blog oficial do navegador detalhou mais alguns aspectos de como isso é possível.
Segundo os desenvolvedores, esse sistema funciona graças a uma infraestrutura chamada “fuzzing”. Trata-se de um grupo de máquinas virtuais que rodam, simultaneamente, pelo menos 6 mil modificações já feitas desde o lançamento da primeira versão do navegador.
A capacidade de ClusterFuzz quadruplicou desde que o sistema foi construído e, nas próximas semanas, a empresa pretende quadruplicar novamente o potencial de processamento. Todo o processo é automatizado, incluindo a gestão de testes, a análise de falhas e a correção de bugs.
A maior vantagem do sistema de ClusterFuzz, segundo a publicação, é a possibilidade de detectar em tempo real problemas relacionados à segurança.  Nos últimos meses, o cluster capturou 95 tipos de vulnerabilidade e 44 delas puderam ser corrigidas antes mesmo do lançamento das versões finais do navegador.
Fonte: Chromium Blog



Como trocar o nome da sua internet wireless

Batizar o seu Wi-Fi é muito simples, confira!
O nome da sua rede sem fio é importantíssimo. É o primeiro dado necessário para que qualquer computador conecte-se ao seu roteador, por exemplo. E pode até mesmo ser um recado para bisbilhoteiros, por que não? Neste simples tutorial, você vai ver como alterar o nome da sua rede Wi-Fi.

Pré-requisitos

  • Navegador;
  • Manual do roteador ou conhecimento prévio sobre ele (é necessário saber o endereço IP, o nome de usuário e a senha).

Faça você mesmo

Atente para o fato de que a primeira configuração do roteador deve ser feita via cabo. Portanto, ligue-o e conecte-o a um computador por uma porta Ethernet. Então, você poderá acessar a página de setup — para isso, abra o seu navegador, digite o endereço IP do router e tecle Enter.
O IP padrão é 192.168.1.1, mas ele pode ser modificado. Portanto, se você não conseguir acessar este endereço, significa que ele foi alterado. Em caso de dúvida, consulte o manual do seu roteador.
Você deverá fornecer o nome de usuário e a senha para poder acessar o router — ambos são “admin”, e alguns podem ser acessados somente com a senha. No entanto, pode haver alguma variação neste sentido. Caso você não saiba essas informações, consulte o manual do seu roteador ou faça uma pesquisa na internet.
A página de configuração varia de fabricante para fabricante. No caso do roteador utilizado para ilustrar este tutorial, devemos clicar no link “Sem fios” e alterar o campo “Nome da rede (SSID)”. Você deve procurar algo semelhante — por exemplo, algumas páginas de configuração têm o link “Wireless”. Mas, basicamente, o campo que você deve editar terá uma indicação de “SSID”.
Feitas as alterações desejadas, salve-as (no nosso caso, o botão é “Guardar definições”) e pronto: a sua rede estará com o nome que você quer.



Como tornar a sua internet wireless invisível

Chega de deixar seu vizinho roubar o sinal da sua internet sem fio!


Se você usa tanto um PC quanto um notebook quando está em casa, provavelmente você também possui um roteador para distribuir o sinal da internet e permitir que você navegue enquanto está deitado no conforto da sua cama. Contudo, mesmo ao colocar uma senha, existem formas simples de burlar a segurança do aparelho e acessar seu sinal sem saber a senha.
Para evitar que seu vizinho safado roube a banda que você paga, siga os passos a seguir e descubra como deixar invisível sua internet wireless.

Faça você mesmo

Primeiramente, você precisa encontrar o manual do seu roteador. Com ele em mãos, descubra qual endereço você precisa acessar para abrir o painel de controle de suas configurações (caso não encontre a URL, ligue para a assistência técnica da sua operadora e pergunte qual o link e o login para acessá-lo).
As opções que você precisa abrir agora variam de nome conforme o roteador, pois cada empresa cria um painel de controle próprio.
O primeiro campo a acessar deve ser algo como “Configuração básica”, “Setup”, “Home Network” ou “Rede”. Nele, procure a opção “WLAN”, “Wireless” ou “Rede sem fio”.
Encontre a opção “Broadcast Network Name”, “SSID Broadcast”, “Difusão de SSID” ou “Difusão do Nome da Rede” e marque a caixa “Disabled” ou “Desativado”. Feito isso, selecione “Guardar definições”, “Salvar alterações” ou “Save Settings” para impedir que seu roteador tenha a segurança burlada novamente.
Há, no entanto, um pequeno problema nessa ação: você também não consegue mais ver o nome da rede para acessá-la! Para resolver isso, a saída é deixar nos favoritos do navegador o link para acessar as configurações do roteador. Dessa forma, uma vez que você já esteja conectado à internet, basta esconder seu sinal novamente.



Twitter é mais legal que sexo, diz estudo

Pesquisas mostram que as pessoas sentem mais falta de atualizar o status do que de dormir ou se relacionar.

Se ela twittar isso, ele nunca mais vai sair de casa 
Quanto tempo faz que você não posta nada no seu Twitter? Para muita gente, passar mais do que um dia sem publicar nada é um sinal de que algo está errado. Pesquisadores da Universidade Chicago Booth School of Business analisaram um grupo de mais de 200 pessoas em Wurtzburg (Alemanha) e chegaram à conclusão de que o Twitter pode ser mais importante do que dormir – ou do que se relacionar sexualmente.
As experiências consistiam em deixar um smartphone com cada um dos voluntários. Sete vezes ao dia, eles deveriam postar algo que desejaram fazer nos últimos trinta minutos. Também deveria ser dito o quanto eles quiseram realizar cada ação. Segundo o CNET, os resultados mostraram que é mais fácil resistir a café, álcool, trabalho, gastar dinheiro e sexo do que ao Twitter.
Uma das hipóteses mais prováveis para explicar esse fenômeno é a possibilidade de utilizar o Twitter quando outras atividades estão sendo realizadas (tomar café? Tudo bem. Mas não recomendamos combinar a rede social com o sexo). Dessa maneira, twittar estaria presente durante todos os outros momentos da vida, e a abstinência dele seria muito mais dolorosa.



Quer ficar mais inteligente? Basta pensar em sexo

Estudo realizado pela Universidade de Amsterdã prova que pensar em atividades sexuais ativa área do cérebro que aprimora a atenção e o raciocínio.

Um estudo realizado pela Universidade de Amsterdã, na Holanda, indica que pensar em sexo pode aumentar a capacidade de homens e mulheres em resolver problemas de lógica e matemática. Durante os testes realizados pelos pesquisadores, as pessoas que estavam com ideias “safadas” na cabeça obtiveram desempenhos maiores do que aquelas com pensamentos “puros”.
Segundo os cientistas, pensar em atividades sexuais ativa uma área do cérebro projetada para ajudar na reprodução humana. Isso faz com que prestemos mais atenção ao ambiente ao nosso redor, reparando mais nas pessoas e buscando sinais de interesse sexual enquanto flertamos com alguém.
Tais mudanças também intensificam nossa atenção e foco em detalhes, o que acaba favorecendo nossa capacidade de raciocínio. O estudo também sugere que, quando estamos apaixonados, aumentamos nossa tendência a pensar em objetivos a longo prazo e aprimoramos nossa capacidade criativa.
O que a pesquisa não explica é o porquê de grande parte dos adolescentes no ensino médio ter grandes dificuldades em resolver problemas de matérias como física e matemática — apesar de os membros da faixa etária pensarem constantemente em sexo.



Fazer sexo ou acessar a internet: o que você prefere?

Pesquisa do Boston Medical Group mostra do que as pessoas estariam dispostas a abrir mão para continuar navegando na rede mundial de computadores.

 (Fonte da imagem: iStock)
Do que você seria capaz de abrir mão para continuar acessando a internet? Uma pesquisa realizada pelo Boston Medical Group, com participantes do mundo todo, revelou o quão importante é a internet na vida das pessoas.
Pelo menos 21% dos entrevistados, por exemplo, abririam mão de fazer sexo em troca do simples acesso à internet. Outros 10% abririam mão do próprio carro e 7% dos pesquisados afirmaram que deixariam até de tomar banho para sempre apenas para continuar acessando a rede.
Confira alguns outros resultados surpreendentes da pesquisa:
  • 84% dos entrevistados abririam mão do GPS;
  • 83% dos entrevistados deixariam de comer fast food;
  • 77% dos entrevistados abririam mão de comer chocolate;
  • 73% dos entrevistados deixariam de consumir bebidas alcóolicas;
  • 43% dos entrevistados não fariam mais exercícios físicos.
E você, se tivesse que abrir mão de alguma coisa para sempre em troca de acesso à internet, do que seria?



Pesquisador afirma ter encontrado o Ponto G

O ponto ficaria entre a vagina e a uretra e mediria aproximadamente 8 milímetros.


 (Fonte da imagem: Thinkstock)
Depois de algumas pesquisas afirmarem que o Ponto G não existe, um novo estudo pode reascender a esperança feminina. O periódico The Journal of Sexual Medicine publicou na quarta-feira (25) evidências da existência dessa área no corpo das mulheres. A descoberta é do diretor do Instituto de Ginecologia de São Petersburgo (Estados Unidos), Adam Ostrenski.
Segundo informações do Huffington Post, o pesquisador teria achado o Ponto G após dissecar a parede vaginal do cadáver de uma mulher de 83 anos de idade. Ostrenski garante ter encontrado a estrutura e dá detalhes sobre ela: o ponto teria 8,1 milímetros de comprimento, de 1,5 a 3,6 milímetros de largura, e estaria localizado a 16 milímetros de distância da entrada do canal vaginal, entre a vagina e a uretra.
A promessa de um ponto que, ao ser estimulado, provocaria uma intensa sensação de prazer no corpo feminino já estava descartada, mas o pesquisador explica que ele só não havia sido encontrado ainda por sua profundidade no tecido vaginal.
O assunto ganhou status de polêmica, justamente por descobertas anteriores. Uma pesquisa publicada no mesmo periódico em 2010, conforme citou o Huffington Post, analisou uma amostra de mais de 1.800 mulheres e chegou à conclusão de que o Ponto G seria apenas fruto da imaginação feminina encorajado pelo senso comum.
Enquanto mais pesquisas não surgem para esclarecer a dúvida da existência desse ponto, resta apostar em outras formas de alcançar o prazer. E você, acredita que o Ponto G exista?
Via TodaEla